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Amor e Misterio - O nosso cantinho cheio de carinho e amor

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Foto 1 di 91
22/04/2007

O ponto de transformação...

O ponto de transformação - como lidar com as sementes das nossas virtudes e conquistas

 

O universo humano é permeado de agonias e sofrimentos causados por incontáveis questões. Essas questões que nos trazem sofrimentos são as que podemos chamar de "pedras no caminho". As "pedras" dos nossos caminhos podem ser grandes, pequenas, minúsculas talvez. Não importa. Sempre serão empecilhos, obstáculos, algo que nos irá atrapalhar, bloquear, impedir nossa livre caminhada.

 

Quando decidimos buscar ajuda, queremos, na realidade, alguém ou algo que nos ajude a remover essas "pedras". Alguns procuram removê-las, mesmo que de forma abrupta, rolando-as barranco abaixo, ou explodindo-as em centenas de pedaços. Muitos até se desviam delas, preferem não encará-las. Outros não conseguem removê-las por medos ou dúvidas e, por isso, passam tempos e tempos atrás delas, aprisionados, sofrendo e sem conseguir trilhar seus próprios caminhos".

 

Certo dia, conversando com um mestre, apresentei a ele esta narrativa, avaliando a razão das coisas acontecerem dessa forma ao que, em resposta, ele me questionou:


-  E, você?... Faz "o que" com as suas "pedras"?


- Eu as removo - respondi com sensação de esperteza...

 

Após alguns segundos, seus olhos me olharam firmemente e ele disse:


- Certamente, você as explode ou joga montanha abaixo, não é? Pois bem, já lhe passou pela cabeça, entretanto, que essas pedras ou que seus problemas não estão em sua vida por acaso? Que existe uma razão para o fato de você ter se deparado com cada um deles ou com cada uma em seu caminho? Será que empurrar seus problemas montanha abaixo em inegável fuga vai, realmente, te libertar, te deixar livre deles? Será que essa atitude não irá ocasionar mais um daqueles casos em que empurramos os nossos problemas para os outros? Talvez, pulverizá-lo em mil não seria multiplicá-lo? Ou desviar-se dele? Não seria sair do próprio caminho e correr o risco de perder-se?


Respirando fundo, prendi o ar nos pulmões sem dizer uma palavra.

 

- Pois bem - continuou o mestre -, as "pedras" em nossos caminhos são as chaves dos nossos portais. Para conseguir que essas chaves abram cada um deles, para que possamos continuar andando por nós mesmos, devemos, antes, não tentar destruir instintivamente os nossos problemas. É uma ilusão acreditar que isso os resolve. É preciso, sim, enfrentá-los, lapidá-los, discernir sobre eles. Na realidade, a única maneira de vencê-los é transformar cada um, pois, em princípio, são eles as sementes das nossas virtudes e conquistas.

 

Cada dificuldade "pedra" ou cada um de nossos problemas, enquanto lapidado se torna evidente e apresenta com clareza seu ponto de transformação, aquele que deverá ser encontrado, observado e estimulado para transformar. Somente assim, aquela "pedra bruta" que antes obscurecia o seu caminho, agora, lapidada, preenche-se de brilho e se transforma na luz que norteará seus passos para as novas conquistas de vidas mais felizes.

Tudo no universo, inclusive e mesmo que sejam problemas, tem que ser transformado. Nada deve ser destruído. Aliás, isso é mesmo impossível. Tudo sempre se transforma no universo. E, por isso, pode ser transmutado, qualificado cada vez mais com as novas sutilezas dos valores mais essenciais. De alguma forma, ouvir aquilo me enlevou a alma.

 

Com isso, aprendi: “Sinta antes de pensar e pensar antes de agir. Sem, necessariamente, se ater à dor ou ao sofrimento de cada um desses processos em que buscamos dominar as ‘pedras’ da vida. Essa é uma fórmula que, se compreendida, lhe trará um meio de exercitar a evolução primordial ao alcance da felicidade. Descubra os meios e serás feliz.

 

(Texto adaptado de artigo de Isabel Romanello e José Ervolino Neto – extraído do site www.bemzen.com.br)

Você diz eu te amo?

Você diz eu te amo?

 

Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogando bolinhas de gude.

Quando Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão Ricardo:


- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você!

 

Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:


- O que deu em você moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando?

 

E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.


À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho.


Estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante..

 

Ao entrar, Jacó olhou para Júlio, que sorriu para o pai e disse:


- Olá Papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor!


Jacó, no auge de seu mau humor e stress, disse:


- Júlio estou exausto e nervoso. Então, por favor, não me venha com besteiras!

 

Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.


Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas.


Dona Joana, espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho.


E perguntou:


- O que foi Júlio? Por que choras?


Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:


- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora!

 

Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse:


- Meu amado filho ficaremos sempre juntos!


Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi deitar-se.

 

No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, Dona Joana pergunta para seu marido Jacó:


- Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha?


Jacó, muito estressado com o trabalho, disse à esposa:


- Esse moleque só está querendo chamar a atenção... Deita e dorme mulher!

 

Então, todos se recolheram e todos dormiam sossegados.

 

Às duas horas da manhã, Júlio se levanta e vai ao quarto de seu irmão Ricardo e fica observando-o dormir...


Ricardo, incomodado com a claridade, acorda e grita com Júlio:


- Seu louco apaga essa luz e me deixa dormir!


Júlio, em silêncio, obedeceu ao irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais...


Chegando lá, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem.


O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho:


- O que aconteceu Júlio?

 

Júlio, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido.


Daí o senhor Jacó, irritado, perguntou ao Júlio:


- Então, o que foi moleque?


Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou com Júlio:


- Então vai dormir seu doente!


Júlio apagou a luz do quarto, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou.

 

Na manhã seguinte todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana levaria as crianças à escola. E Ricardo e Júlio...


Mas Júlio não se levantou.


Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com Júlio, entra bufando no
quarto do garoto e grita:

-
 Levanta seu moleque vagabundo - Júlio nem se mexeu.


Então, Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados, e que estava pálido.

 

Jacó, assustado, colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado.


Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo, para verem o que havia acontecido com Júlio...


Infelizmente o pior.


Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente. Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar.


Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também.


Jacó, em desespero, soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio.

Jacó, então, pegou o pequeno pedaço de papel. E havia algo escrito com a letra de Júlio.

 

“Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho. Disse a mim que, apesar de amar minha família e de ela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo.

 

Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:


- Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.


- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.


- Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.


- Eu amo todos vocês!!!”

 

Quantas vezes não temos tempo para parar e amar, e receber o amor que nos é ofertado?


Talvez quando acordarmos possa ser tarde demais... Mas ainda há tempo!

 

Muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos deixarão marcas em seu coração!

 

Para se segurar, use a cabeça;


Para segurar os outros, use o coração.


Ódio é apenas uma curta mensagem de perigo.


Aquele que perde um amigo, perde muito mais.


Aquele que perde a fé, perde tudo.


Jovem bonito é um acidente da natureza.


Velho bonito é uma obra de arte.


Amigos, eu e você...


Você trouxe outro amigo..


E nós iniciamos um grupo... Seu círculo de amigos...


E como um círculo, não tem começo nem fim...

 

Mostre aos seus amigos o quanto eles são importantes.

 

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